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domingo, 5 de abril de 2015

Sampaio da Nóvoa


Quando me apercebi que, efetivamente, corremos o risco de ter como Presidente da República o ex-reitor da Universidade de Lisboa comecei a preparar um texto que descrevesse a minha perspetiva sobre Sampaio da Nóvoa como candidato à presidência.

Mas, entretanto, foi publicado e divulgado este texto de um deputado do PS:


Nota: nunca pensei que poderia acontecer...um texto de Sérgio Sousa Pinto reproduzido no blogue 100democracia

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Comemorar a implantação da república

Esta imagem da revista Ilustração Portuguesa de 18 de Setembro de 1916 mostra uma das realidades de Portugal 6 anos após o 5 de Outubro de 1910. Ilustra a "peregrinação" de pobres ao sábado à procura de esmolas junto a um solar em Barcelos. O que é um facto é que a queda da monarquia não alterou em nada o modo de viver em Portugal. Vivíamos em monarquia constitucional há quase 90 anos com uma instabilidade política crescente que transitou para a 1ª República. Tal como agora, aparentemente, existiam duas realidades distintas. As das grandes cidades, principalmente Lisboa, com uma elite de intelectuais influenciados por princípios políticos jacobinos e a realidade do Portugal interior e rural.
Considero-me republicano porque acredito no princípio da eleição de quem nos dirige e não no princípio da hereditariedade mas há que salientar dois factos: 1. a República não alterou significativamente o modo de vida dos portugueses nem resolveu os problemas de governabilidade existentes; 2. não resultou de uma vontade abrangente da sociedade no geral alheada da questão monarquia vs república porque, basicamente, estava preocupada em sobreviver!