"O Estado deu um passo importante ao aliviar a pressão das dívidas fiscais de muitas empresas relativamente à Segurança Social e à Administração Fiscal. Não se trata de nenhum perdão fiscal, porque quem deve vai ter que pagar aquilo que deve", disse António Costa, durante a iniciativa COMPETE 2020 - Programa Operacional Competitividade e Internacionalização, que decorreu no Montijo.
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sábado, 8 de outubro de 2016
Mais um momento em que António Costa confunde governação com comunicação e marketing político...
domingo, 5 de abril de 2015
Sampaio da Nóvoa
Quando me apercebi que, efetivamente, corremos o risco de ter como Presidente da República o ex-reitor da Universidade de Lisboa comecei a preparar um texto que descrevesse a minha perspetiva sobre Sampaio da Nóvoa como candidato à presidência.
Mas, entretanto, foi publicado e divulgado este texto de um deputado do PS:
Nota: nunca pensei que poderia acontecer...um texto de Sérgio Sousa Pinto reproduzido no blogue 100democracia
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Governo está de cabeça perdida diz Zorrinho e o PS como está?
Ainda não se conseguiu descobrir bem porquê. Terá a ver com manipular eleitores?
O que se sabe, com toda a certeza, é que nos estamos a transformar no país dos avestruzes.
Não sabemos se é medo de encarar a realidade ou apenas, preguiça.
Mas, alguns portugueses (com responsabilidade) estão a esquivar-se de participar e de raciocinar a respeito das informações que lhes são passadas.
Nota: adaptado do site www.suacara.com
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Austeridade Inteligente
Sempre admirei a capacidade dos consultores de marketing dos partidos políticos de criarem slogans fortes (?) como, por exemplo, o "choque tecnológico" de José Sócrates ou o "choque fiscal" de Durão Barroso.
António José Seguro não quer ficar atrás e tem vindo a anunciar de forma sistemática o novo slogan do PS - Portugal necessita de "austeridade inteligente". Confesso que a primeira vez que ouvi esta frase fiquei com muitas dúvidas sobre o que António José Seguro pretendia dizer.
Hoje, à saída da reunião com Passos Coelho de preparação do Conselho Europeu, António José Seguro forneceu algumas pistas quanto ao seu conceito de "austeridade inteligente" (retirado de reportagem do Expresso online):
António José Seguro declarou-se a favor de "medidas de austeridade, mas na dose suficiente", ou seja, de "uma austeridade inteligente, que não tenha como efeito a recessão e a quebra da economia", e que seja acompanhada por "uma prioridade dada ao crescimento e ao emprego".
Gostei da afirmação de António José Seguro pois tem um toque de humor "non sense" (embora em dose insuficiente) que me faz lembrar os Monty Python. Enfim, para um político é sempre importante dizer o que os eleitores gostam de ouvir.
António José Seguro não quer ficar atrás e tem vindo a anunciar de forma sistemática o novo slogan do PS - Portugal necessita de "austeridade inteligente". Confesso que a primeira vez que ouvi esta frase fiquei com muitas dúvidas sobre o que António José Seguro pretendia dizer.
Hoje, à saída da reunião com Passos Coelho de preparação do Conselho Europeu, António José Seguro forneceu algumas pistas quanto ao seu conceito de "austeridade inteligente" (retirado de reportagem do Expresso online):
António José Seguro declarou-se a favor de "medidas de austeridade, mas na dose suficiente", ou seja, de "uma austeridade inteligente, que não tenha como efeito a recessão e a quebra da economia", e que seja acompanhada por "uma prioridade dada ao crescimento e ao emprego".
Gostei da afirmação de António José Seguro pois tem um toque de humor "non sense" (embora em dose insuficiente) que me faz lembrar os Monty Python. Enfim, para um político é sempre importante dizer o que os eleitores gostam de ouvir.
Para mim a "austeridade inteligente" do PS é a austeridade que incide sobre os outros cidadãos (austeridade justa e necessária) mas que não me abrange de forma nenhuma (seria injusta e teria efeitos perversos na economia).
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Como sair da crise...
A crise trouxe uma grande quantidade de comentários e comentadores em jornais, revistas, rádios e tv, seminários, congressos e workshops para além de inúmeros livros editados em que o tema é a crise e como sair dela.
Pode-se dizer que o comentário e o debate são a essência da democracia e que da "discussão nasce a luz" mas, frequentemente, o comentário é infundado e o debate inócuo.
As afirmações de Fernando Lima (consultor político de Cavaco Silva) são ilustrativas da "nebulosidade" informativa que nos rodeia:
"Controlar o fluxo noticioso numa época de grande competição informativa é de vital importância para o êxito de qualquer iniciativa no plano político" ou lembrando o "antídoto" encontrado pela equipa de Reagan para "combater os desvios da mídia" e manter a agenda política controlada, fazendo o que chamavam de "manipulação pela inundação" - excerto do Jornal "O Público"
Enfim, a crise transformou-se num negócio, para alguns!
Pode-se dizer que o comentário e o debate são a essência da democracia e que da "discussão nasce a luz" mas, frequentemente, o comentário é infundado e o debate inócuo.
As afirmações de Fernando Lima (consultor político de Cavaco Silva) são ilustrativas da "nebulosidade" informativa que nos rodeia:
"Controlar o fluxo noticioso numa época de grande competição informativa é de vital importância para o êxito de qualquer iniciativa no plano político" ou lembrando o "antídoto" encontrado pela equipa de Reagan para "combater os desvios da mídia" e manter a agenda política controlada, fazendo o que chamavam de "manipulação pela inundação" - excerto do Jornal "O Público"
Enfim, a crise transformou-se num negócio, para alguns!
sábado, 14 de maio de 2011
Sócrates e forum TSF
Recentemente, no âmbito da presente campanha eleitoral, José Sócrates foi convidado para participar no Forum TSF. Este programa tem como objectivo dar voz ao cidadão comum. Seria, então, de esperar que José Sócrates estivesse disponível para (democraticamente) ouvir as questões dos seus concidadãos e aproveitar, assim, esta oportunidade para (quase) em diálogo esclarecer quanto às suas opções no passado e a sua perspectiva de actuação para o futuro. Seguramente, o espírito democrático do actual 1º ministro seria posto à prova: ouviria opiniões e questões eventualmente incómodas mas teria oportunidade para as rebater (se fosse caso disso).
Quem pensava que o 1º ministro tinha este espírito ficou rapidamente desenganado. Todas as intervenções dos ouvintes que participaram foram para tecer elogios à excelente governação de José Sócrates.
Será que o gabinete de comunicação do 1º ministro preparou esta encenação? Se assim foi (e eu acredito que sim) este facto demonstra a falta de cultura democrática e o gosto desmesurado pela encenação política. Não confio qm quem faz política desta forma!
Quem pensava que o 1º ministro tinha este espírito ficou rapidamente desenganado. Todas as intervenções dos ouvintes que participaram foram para tecer elogios à excelente governação de José Sócrates.
Será que o gabinete de comunicação do 1º ministro preparou esta encenação? Se assim foi (e eu acredito que sim) este facto demonstra a falta de cultura democrática e o gosto desmesurado pela encenação política. Não confio qm quem faz política desta forma!
domingo, 19 de setembro de 2010
Marketing político com mais um instituto - ICAC
Confunde-se justiça social com estado social. E, neste momento, o dito estado social avança para a falência. A estratégia de redução de despesas do Estado tem estado assente em "peanuts" que constituem única e exclusivamente marketing político. E os resultados são desastrosos. Nos primeiros 7 meses de 2010 a despesa do Estado aumentou 4% enquanto que noutros países europeus a despesa do Estado baixou efectivamente. Em Espanha reduziu 2,5%, Irlanda, 2,9% e Grécia 14%. Enfim, uma autêntica vergonha! O Estado exige à generalidade dos portugueses, através do aumento de impostos, um esforço significativo e uma redução na sua qualidade de vida. Seria, assim, expectável, obrigatório que o Estado fizesse o mesmo, ou seja, reduzisse significativamente o seu nível de despesas. Mas nem sequer consegue manter?! Já não sei se é incompetência, inconsciência ou a soma das duas coisas. Qual a estratégia do Estado: menos por mais! Portugueses paguem mais que nós reduzimos a qualidade do serviço. Fechamos escolas, fechamos centros de saúde, não fornecemos água engarrafada nos hospitais, etc. Cortar em todo o lado menos nos poderes corporativos instalados! Acabar com governos civis? Eliminar juntas de freguesia? Eliminar institutos públicos? Reduzir conselhos de administração e os seus benefícios? Nem pensar! Vamos é cortar no serviço ao cliente / cidadão! E sempre haveremos de encontrar argumentos para o justificar. Nem que tenhamos que reforçar o (ICAC) Instituto de criação de argumentos criativos para justificar as nossas políticas!
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