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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Aleppo...mostra a hipocrisia da generalidade dos movimentos "pacifistas" europeus


A Rússia vetou uma resolução das Nações Unidas para que se parassem os ataques aéreos a Aleppo, isto poucos dias depois de ter violado o acordo de paz que durou...horas.

De acordo com últimas informações das Nações Unidas, o conflito na Síria causou mais de 300.000 mortos desde 2011 e provocou a pior tragédia humanitária, com vários milhões de deslocados, desde a Segunda Guerra Mundial.

Afirma e pergunta Nuno Rogeiro:

"Porque é que a força aérea russa se encarniça sobre Aleppo, onde não há Daesh, e não faz o mesmo em Deir Ez-Zor ou Raqqa, Al Tabqah ou Madan, Slaba ou Groh, onde há?

Será preciso explicar?"
 


Mais surpreendente é o facto de na Europa as vozes dos "intelectuais, ativistas, pacifistas" estarem completamente mudas. Não há manifestações em frente às embaixadas da Rússia nem, pelo menos, petições públicas a pedir (estes movimentos não pedem...exigem), a exigir o fim dos ataques aéreos. 

Em Portugal, o risível Conselho Nacional para a Paz e Cooperação, organismo criado pelo PCP e atualmente dirigido por Ilda Figueiredo, é uma amostra clara dos movimentos europeus anti NATO e saudosistas do regime soviético. Bombas mortíferas só as da NATO...na página do cccp (perdão cnpc) ficamos a saber que, proximamente, teremos a Semana cultural da Venezuela em Portugal. 
De Aleppo...nada. Ficamos a saber que, para estes movimentos "pacifistas", a solidariedade para com o sofrimento da guerra só existe se intervier a NATO...o resto não é sofrimento a destruição em Allepo, os mortos e feridos são apenas efeitos colaterais!

sábado, 14 de novembro de 2015

Together we stand...divided we fall


O segredo do futuro da União Europeia será a capacidade de manter a firmeza na luta contra o terrorismo sem perder os valores democráticos, humanistas e sociais que sempre caracterizaram o espaço da União Europeia.

Como cidadãos europeus devemos ter a noção de que estamos em guerra. Uma guerra diferente das guerras do passado. Não é tempo para divisionismos nem para perdermos os nossos valores que são a matriz da União Europeia e que nos distinguem de outros países com matrizes ideológicas e religiosas totalitárias. Se mudarmos os nossos valores, corremos o risco de nos tornarmos parecidos com aqueles que nos combatem!